Ramirez em selo

Em 1853, ano da fundação da Ramirez, os CTT lançavam o primeiro selo português, com a figura de D. Maria II. A coincidência levou os CTT, instituição prestes a comemorar 500 anos, a prestar homenagem à indústria conserveira, através da produção da primeira emissão mundial de selos em lata de conserva.

Foram produzidas 50 mil latas especialmente serigrafadas, com seis selos cada. A coleção de selos evoca a história da indústria conserveira, recuperando em fotos e ícones os processos de fabrico do passado. Os seis selos, cujo valor facial varia entre 0,47€ e 1€, têm uma tiragem de 125 000 exemplares cada. Com um formato de 30,6 X 80 mm, os selos e a lata foram concebidos pelo designer portuense Fernando Pendão.

A entrada em circulação postal foi assinalada no passado dia 29 de novembro na fábrica de conservas de Lavra na cerimónia de obliteração, na qual os CTT carimbam o selo com o carimbo comemorativo de 1º dia ou Marca de Dia da estação de Correios.

A Ramirez, a mais antiga indústria de conservas de peixe do mundo em laboração está presente em 45 mercados e produz mais de 55 referências, do atum às sardinhas, com passagem pela cavala, bacalhau, lulas, polvo, mexilhões ou filetes de anchova. Com 200 colaboradores, produz 45 milhões de latas/ano e fatura €30 milhões/ano.

Ramirez, Cocagne, The Queen of the Coast, Tomé, Al Fares ou La Rose são algumas das centenárias marcas que a Ramirez & Cª (Filhos), SA produz na «Ramirez 1853», a sua nova unidade industrial, em Lavra.

 

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